terça-feira, 19 de julho de 2011

Vídeo: Eram os Deuses Astronautas? - Erich von Däniken

Documentário alemão baseado no best seller de Däniken.

O vídeo aborda os assuntos dos Astronautas antigos por alto, mas rico em imagens dos templos antigos e pinturas. A princípio pode parecer raso para quem é fluente conhecedor do assunto, mas é ideial para quem está começando.

Vídeo dublado.

Parte 2:

Demais partes:

Parte 3Parte 4Parte 5Parte 6Parte 7Parte 8Parte 9Parte 10Parte 11

Crop circles, 2012 e os Maias

Texto extraído do site http://www.cubbrasil.net/, escrito por Antonio Ilenich em 2008. Eu me surpreendi ao ler e ver as imagens e os vídeos. Algumas imagens ficarão cortadas no layout deste blog, mas você pode vizualizá-las clicando com o botão direito do mouse e escolhendo opção para exibir imagens (varia conforme navegador). Veja texto na íntegra clicando aqui.

Finalmente um círculo inglês sem enigmas

Por Administrator 20 de julho de 2008 Por Antonio Ilenich Segundo os estudiosos, os Maias, fizeram um calendário que diferentemente das outras civilizações antigas, tem data certa para o fechamento de um ciclo que será no dia é 21 de dezembro de 2012. Existem outros povos que fizeram previsões, mas segundo os cientistas, a única clara quanto a data é a civilização Maia. Quando iniciei minhas pesquisas, descobri que os Maias eram muito estudiosos e que segundo eles; "o tempo é redondo", tudo muda e se repete num ciclo de 5125 anos. Fonte: http://www.discoverybrasil.com/guia_maia/calendario_maia/index.shtml Este ciclo está para se fechar no próximo dia 21 de dezembro de 2012. Especulações sobre o ano não faltam na internet, ou em livrarias. Por exemplo: "Internet anuncia catástrofe para 2012." http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI2744914-EI4802,00.html matéria publicada no Portal Terra em 15 de abril de 2008. Algumas informações são verdadeiras e comprovadas, como o ciclo solar que dura em média 12 anos, e que em 2010 e 2011 estará em sua máxima, como mostra esse artigo: http://www.apolo11.com/spacenews.php?posic=dat_20070103-091952.inc Também existe muita especulação quanto a data real com a precessão dos equinócios (movimento para trás do eixo terrestre em relação à esfera celeste, coloca o eixo norte apontando para diferentes estrelas no decorrer do tempo. Um ciclo completo dura cerca de 25 800 anos, ao fim dos quais o eixo norte apontará para a mesma estrela novamente.), outra especulação é que em 2012 o sistema solar estará alinhado com o centro da via-láctea em um movimento de sobe e desce, e que, esse alinhamento, levará mais de 5 mil anos para acontecer novamente.  Na cor verde o sistema solar, após cruzar o centro, levará outros 5 mil e tantos anos descendo e subirá novamente, e assim sucessivamente. Alguns dizem que, após o sistema solar passar pelo centro da galáxia, os pólos se inverterão; o que é sul será norte e o que é norte será sul, devido a gravidade exercida pelo centro da via láctea. Enfim, muita especulação. Arqueólogos utilizando a técnica do carbono-14, afirmam que a maioria das civilizações conhecidas, tem seus artefatos mais antigos estimados com idades muito parecidas: Sumérios, Egípcios, até mesmo "Stonehenge", na Inglaterra, sempre na casa dos 3000 anos Antes de Cristo. Bom, isso é ciência, e deixei de acreditar tanto assim em cientistas quando, no ano de 2000 cientistas afirmavam e aprendíamos na escola que Júpiter tinha 17 luas, isso há 8 anos, quando a 17ª lua foi descoberta. http://veja.abril.com.br/020800/p_070.html Hoje sabe-se que Júpiter tem "pelo menos" 63 luas. http://www.apolo11.com/tema_astronomia_jupiter.php Então parei de acreditar que os cientistas sabem tudo, pois as luas são enormes, e Júpiter não está tão longe assim da Terra. "Avebury Manor", Inglaterra, 15 de julho de 2008. Pesquisei sobre esses tais "círculos ingleses" (círculos em plantações), que aparecem em vários lugares do mundo, e que fique bem entendido, vários, inclusive no Brasil, onde em 2008 apareceram alguns, e foram, digamos assim, ridicularizados pela imprensa brasileira. O que são "crop circles", ou círculos em plantações? São desenhos que aparecem em plantações (trigo, canola e cevada) e lembram muito os desenhos da cultura maia. Alguns dirão: "Ah, mas eles são feitos pelo bicho homem!" Ou colocarão dúvidas como: Somente aparecem na Europa. Sugiro informarem-se, pois aparecem no mundo todo, além disso; hieróglifos e pirâmides não existem no Brasil, e tem muita especulação que sejam de origem extraterrena. Porque somente em culturas como trigo, milho, de fácil manipulação e não em florestas de árvores gigantescas? Se eu fosse dar um recado, escreveria utilizando carvão na parede, ou papel e caneta? Concordo. E cientistas também concordam que ao menos 30 % deles são feitos pelo homem, mas os outros 70% não tem como comprovar, pois apresentam algumas peculiaridades no mínimo estranhas. Vejamos um trecho de um texto tirado da internet. "A maioria dos cerealogistas reconhece que vários dos círculos foram e continuam sendo feitos por pessoas com intenções variadas, que iriam desde a simples vontade de aparecer até a tentativa deliberada de desacreditar o fenômeno, mas acreditam que a maioria dos círculos possuem características que não poderiam ser reproduzidas pelos seres humanos. Seriam elas: (1) Presença de quantidades anormais de radiação eletromagnética; (2) Hastes das plantas dobradas e não quebradas; (3) Alterações biofísicas nas plantas; (4) Aparelhos elétricos e magnéticos como câmeras, bússolas e celulares que não funcionam no interior dos círculos. Outras características menos comuns relatadas por testemunhas incluem alterações do espaço-tempo no interior dos círculos são documentadas por fotografias (?) e relógios que param, depósitos microscópicos de material de meteoritos e sensações de desconforto, como tonturas e vômitos, no interior dos círculos. Existem vídeos na internet de supostas luzes, ou "sondas" fabricando um círculo. O vídeo é de 1996.
Nesse vídeo existe também um analista afirmando que não se trata de montagem, porém isso não me compete julgar, pois minha função é relatar. A "mensagem de Chilbolton" e a "Face de Chibolton" foram as formações de maior impacto observadas até hoje, nem tanto pela complexidade, mas pelas conseqüências que trazem ao estudo do fenômeno. Estas duas formações apareceram em agosto de 2001 com apenas uma semana de diferença, em um campo ao lado do observatório de Chilbotlton em Hampshire. A "Face" tem sido frequentemente comparada à "face de Marte", uma formação rochosa na superfície de Marte que devido à iluminação se assemelha a uma face humana, e que para os ufólogos seria a prova de que há ou já houve vida naquele planeta. Isto seria o bastante para deixar estupefatos os cerealogistas e ufólogos de todo o mundo, mas nem isso os preparou para o que veio uma semana depois. Segundo o que pesquisei em 1974 o radiotelescópio de Arecibo em Porto Rico enviou uma mensagem de rádio em direção às estrelas na tentativa de estabelecer contato com possível vida extraterrestre. Esta mensagem, transmitida em código binário, continha várias informações sobre nossa raça como um mapa da localização da Terra no sistema solar, a estrutura em hélice do DNA humano, a população da Terra e uma imagem humana. Pois a formação descoberta nas plantações inglesas, uma semana depois da "Face" e bem ao lado dela, é uma cópia modificada daquela mensagem. Contém no lugar da figura humana, a figura humanóide de um alienígena, um DNA modificado com uma hélice extra que contém silício em sua composição, um conjunto de planetas diferente do nosso e o número 21 bilhões no lugar da população da Terra. As implicações destas duas formações são claras: uma vez que se aceita que elas não tenham sido criadas por boateiros, se é forçado a admitir uma origem alienígena abandonando as outras teorias.   A face desenhada no campo  Ambas uma ao lado da outra, feitas uma semana após a outra. Atenção para o tamanho e a complexidade disso. A mensagem de Chibolton, a mensagem original enviada pelo programa SETI ao espaço e a face de Chibolton.  Fotografia aérea mostrando as duas formações A formação de Milk Hill com 409 círculos é provavelmente a maior, mais impressionante, mais bela e mais complexa jamais construída (o ponto preto que você NÃO consegue ver no círculo central é uma pessoa). Os cerealogistas o receberam com entusiasmo, pois acreditaram finalmente ter encontrado um círculo acima de qualquer dúvida, um que não poderia ter sido feito por homens em apenas uma noite de trabalho (na Inglaterra uma noite de verão tem em média 5 horas de duração). Nenhum grupo assumiu sua autoria até o momento. Para fazer esse desenho em uma noite, seria preciso desenhar cada círculo em menos de um minuto cada. Segundo sites da internet a formação tem mais de 600 mil metros quadrados.  Outra obra impressionante!  A imagem acima tem 80 por 120 metros, e o cd está cheio de pontinhos, estes pontos são trigo em pé. Não demorou muito para descobrirem que são palavras escritas em código ascii. ASCII (acrônimo para American Standard Code for Information Interchange, que em português significa "Código Padrão Americano para o Intercâmbio de Informação") é uma codificação de caracteres de sete bits baseada no alfabeto inglês. Desenvolvida a partir de 1960, grande parte das codificações de caracteres modernas a herdaram como base. A codificação define 128 caracteres, preenchendo completamente os sete bits disponíveis. Desses, 33 não são imprimíveis, como caracteres de controle atualmente obsoletos, que afetam o processamento do texto. Exceto pelo caractere de espaço, o restante é composto por caracteres imprimíveis. Fonte Wikipédia.   Código ascii, trigo em pé número 1, deitado, número 0 Prestemos atenção nos detalhes e o trabalho que isso deu.  Traduzindo o que estava escrito no CD inteiro apareceu o seguinte. Beware the bearers of FALSE gifts & their BROKEN PROMISES. Much PAIN but still time. EELRIJUE. There is GOOD out there. We OPpose DECEPTION. Conduit CLOSING (BELL SOUND) Exatamente assim. A tradução está do modo que está escrito, palavra por palavra, e não como uma tradução rígida do inglês para o português. Cuidado os portadores de FALSOS presentes e suas QUEBRADAS PROMESSAS. Muita DOR mas ainda tempo. EELRIJUE. Existe BEM lá fora. Nos OPomos DECEPÇÃO. FECHANDO canal. (SINO SOM). Não me perguntem o que quer dizer EELRIJUE, pois ninguém sabe dizer, novamente existe apenas especulação. Há muito sobre essas formações em uma palestra de Jaime Maussan – (UFO Conference 2005), disponível na internet.
Agora o motivo principal da matéria. Dia 15 de julho de 2008, apareceu um desenho em Avebury Manor Inglaterra. Esse desenho.   Se pegarmos um software qualquer disponível na internet, como o celestia, por exemplo: http://baixaki.ig.com.br/download/Celestia.htm e colocarmos no programa a data de 21 de dezembro de 2012, teremos exatamente a formação do desenho. Link das imagens acima. http://www.x-cosmos.it/cropcircles/index.php?filterdrzava=&filtergodina=2008&filtermjesec=&Submit=Registros+mostram Formação planetária do dia 16 de julho de 2008.  Agora a formação em 21 de dezembro de 2012 (Mercúrio, Vênus, Terra e Marte)  Agora; Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e o rebaixado Plutão.  Não sou cientista. Também não acredito apenas em sites e especulações, mas tenho que admitir que a imagem é claríssima e fiel à data. E o mais importante, como o desenho é fiel à formação em questão, teremos a uma evidência enorme dos extraterrestres como autores dos famosos "crop-circles" com o intuito de nos avisar ou, se eles realmente são feitos por seres humanos, como dizem os céticos. Vamos esperar o dia 21 de dezembro de 2012! Última Atualização ( 20 de julho de 2008 )

Documentário: Os Maias e A Profecia do Juízo Final

Não consegui colocar a lista de reprodução completa aqui no Wordpress, mas você seguir as partes do vídeo (6 partes ao todo) clicando nos vídeos relacionados.

O que é 2012? O que pode acontecer por volta deste ano?

Artigo do site www.porque2012.com explicando diversas teorias (científicas, religiosas e misticistas).

O que é 2012? O que pode acontecer por volta deste ano?
Veja aqui várias teorias, desde científicas até espiritualistas e místicas.
Todos são unânimes em dizer que o mundo como o conhecemos pode estar com os dias contados

(atualizado/ editado em 22/09/2009)

Conforme o ano de 2012 se aproxima, cientistas, religiosos e místicos do mundo inteiro correm atrás de pistas deixadas por civilizações e profetas do passado explicando como será o fim dos tempos. Em diversas culturas ancestrais o ano de 2012 é marcado nos calendários como o 'Armagedom', o 'apocalipse', o 'fim do mundo', 'o juízo final', 'o fim de um ciclo' e, nos mais otimistas, 'o ano em que esta era terminará e outra, melhor, será iniciada'. Maias, Egípcios, Celtas, Hopis, Nostradamus e diversos profetas, Chineses e Budistas, WebBots, Cientistas e Religiosos das mais diferentes crenças dizem que o mundo como o conhecemos pode estar com os dias contados.

Veja a seguir algumas teorias do que poderá ocorrer em 2012, antes ou depois. Algumas teorias possuem base científica, outras são espiritualistas e místicas. Recomenda-se bom senso na leitura.

Segundo a cosmologia Maia, o Planeta Terra possui 5 grandes ciclos ou eras, cada um com cerca de 5.125 anos. Para eles, 4 já passaram. "Os 4 ciclos anteriores terminaram em destruição. A profecia maia do juízo final refere-se ao último dia do 5º ciclo, ou seja, 21 de dezembro de 2012." diz Steven Alten. O quinto e atual ciclo também terminará em destruição? O que irá desencadeá-la? A resposta pode estar em um raro fenômeno cósmico que os maias previram a mais de 2.000 anos. "A profecia maia para 2012 baseia-se em um alinhamento astronômico. Em dezembro de 2012, o sol do solstício vai se alinhar com o centro de nossa galáxia. É um raro alinhamento cósmico. Acontece uma vez a cada 26.000 anos" diz John Major Jenkins, autor do livro Maya Cosmogenese 2012.

A cada 26.000 anos o sol se alinha com o centro da Via Láctea. Ao mesmo tempo ocorre outro raro fenômeno astrológico, uma mudança do eixo da terra em relação a esfera celeste. O fenômeno se chama Precessão. A data exata disto tudo é 21 de dezembro de 2012. "A Terra oscila lentamente sobre seu eixo mudando nossa orientação angular em relação a galáxia. Uma precessão completa leva 26.000 anos." diz John Major Jenkins.

Mas o que de fato acontecerá na fatídica data de 21 de dezembro de 2012? Para muitos será o dia da aniquilação da raça humana devido a uma inversão dos pólos da Terra. Como isso seria possível? Devido a distúrbios nos campos magnéticos do Sol que, gerando colossais tormentas solares, afetarão a polaridade de todo o nosso planeta. Resultado: o campo magnético terrestre se inverterá imediatamente, com conseqüências catastróficas para a humanidade. Violentos terremotos demolirão todos os edifícios, alimentando tsunamis colossais e atividade vulcânica intensa. Na verdade, a crosta terrestre deslizará, arremessando continentes a milhares de quilômetros de sua localização atual.

Até já estão sendo desenvolvidos novos mapas da geografia terrestres após as alterações físicas que supostamente ocorrerão. Especula-se que a Europa e a América do Norte sofrerão um deslocamento de milhares de quilômetros em direção ao Norte, e seu clima se tornará polar.

Para a surpresa de muitos, em 2008 apareceu um Crop Circle (círculos nas plantações) indicando a formação planetária em 2012 e talvez querendo nos alertar para algo que ocorrerá em 21/12/2012.(…)

Leia o texto completo no site: http://porque2012.com/porque2012.html

Matéria na revista Galileu sobre teorias de 2012

A Revista Galileu, publicação da Editora Globo com cunho científico publicou em sua última edição uma matéria sobre as muitas teorias (algumas, até eu concordo, absurdas) sobre o que aconteceria em 2012. Até a obra de Zecharia Sitchin é citada, o que mostra que suas ideías não estão passando tão desapercebidamente do grande público brasileiro.
Clique na imagem acima para ler a matéria ditero do site da revista.

O dia em que o Sol parou [ou O dia em que a Terra parou]


Ruinas de Machu Picchu
Zecharia Sitchin
, no livro Os Reinos Perdidos, mostra a relação que há entre os Andes e a Suméria... sugere as andanças de Thot/Ninghizida por Yucatan com o nome de Quetzalcoatl/Kulkucan.

Mas um dos relatos mais incríveis eu vou transcrever para vocês agora, excerto do livro citado acima:

- Júnia Caetano na comunidade Anunnaki no orkut.

"A despeito de tudo isso, se o leitor ainda acha difícil aceitar a conclusão inevitável de que realmente existiu uma civilização semelhante a do Velho Mundo nos Andes, por volta de 2400 a.C., existem outras provas.
Uma pista válida, e completamente ignorada pelos estudiosos, é a repetição em muitas histórias de que ocorreu nos Andes uma escuridão assustadora em tempos remotos.
Ninguém se perguntou se era a mesma escuridão — o não nascer do sol em sua hora — mencionada nas lendas mexicanas sobre a história de Teotihuacan e suas pirâmides. Se realmente ocorreu tal fenômeno — o sol não apareceu e a noite foi interminável — ele teria sido observado pelas Américas.
As lembranças mexicanas e as andinas parecem corroborar umas com as outras nesse ponto, assim confirmando as próprias versões, como duas testemunhas distintas do mesmo evento.
Porém, se isso ainda não é suficientemente convincente, podemos juntar as provas da Bíblia, tendo como testemunha o próprio Josué.

Segundo Montesinos e outros cronistas, um acontecimento insólito ocorreu durante o reinado de Titu Yupanqui Pachacuti II, o 15° monarca do Antigo Império.
Foi no terceiro ano de seu reinado, quando "os bons costumes foram esquecidos e as pessoas se entregaram a todos os tipos de vícios", que "não houve aurora por vinte horas".
Em outras palavras, a noite não terminou no horário de sempre e o nascer-do-sol foi adiado durante vinte horas. Depois de grande comoção, confissões de pecados, sacrifícios e orações, o sol finalmente apareceu.
Esse fenômeno não pode ter sido um eclipse, porque nenhum eclipse dura tanto tempo. Além disso, os peruanos tinham conhecimento de tais eventos periódicos.
A história não diz que o sol desapareceu. Apenas afirma que "não houve aurora" por vinte horas.
Foi como se o sol, onde quer que tenha se escondido, tivesse parado.

Se a lembrança andina for verdadeira, então, em algum outro lugar — do lado oposto do mundo — o DIA teria durado duas vezes mais, ou seja, teria se estendido por vinte horas a mais.

Incrivelmente, um acontecimento desse tipo está registrado!
E não há lugar melhor do que a própria Bíblia para falar dele.
-' Foram os israelitas, sob a liderança de Josué, quando atravessaram o rio Jordão para a sua Terra Prometida e tomaram com êxito as cidades de Jericó e Ai, as testemunhas do fenômeno.
Foi então que os reis amoritas formaram uma aliança para opor forças combinadas aos israelitas.
Uma grande batalha foi travada no vale de Ajalon, próximo à cidade de Gibeon. Começou com um ataque noturno israelita, que provocou a fuga dos cananitas.
Ao alvorecer, quando as forças cananitas se reagruparam, perto de Beth-Horon, o Bom Senhor "atirou grandes pedras do céu contra eles[...] e eles morreram; havia mais mortos pela chuva de pedras do que aqueles abatidos por espadas israelitas.

Então Josué falou com laweh,
no primeiro dia em que laweh entregou os amoritas
aos Filhos de Israel, dizendo:
"Ao aparecerem os israelitas,
que o Sol se detenha em Gibeon
e a Lua no vale de Ajalon."

E o Sol se deteve, e a Lua parou, até que as pessoas se tivessem vingado dos inimigos. Na verdade, está tudo escrito no Livro de Jashar. '
O Sol parou no meio dos céus e não se apressou a descer durante um dia inteiro.

Os peritos lutaram por muitas gerações com essa história do capítulo 10 do Livro de Josué.
Alguns descartam a passagem, considerando-a como ficção; outros vêm ali o reflexo de um mito; outros, ainda, tentam explicar como um prolongado eclipse do sol.
Mas não existem tais eclipses desconhecidos.
E a história não fala do desaparecimento do sol. Pelo contrário, relata um evento durante o qual o sol continuou a ser visto, pendurado nos céus por "cerca de um dia inteiro" — vamos dizer, cerca de vinte horas?

O incidente, cuja singularidade é reconhecida na Bíblia ("Não existiu nenhum dia como esse, antes ou depois."), ocorreu do outro lado da Terra, em relação aos Andes, descrevendo um fenómeno oposto ao que ocorrera no Peru.
Em Canaã o sol não se pôs por cerca de vinte horas; nos Andes o sol não se levantou
pelo mesmo período de tempo.
O fato de as duas histórias descreverem o mesmo acontecimento, e se originarem em lugares diferentes da Terra, não constituiria uma prova de sua veracidade?

Que acontecimento foi esse, ainda permanece um mistério. A única pista bíblica foi a menção às pedras caindo dos céus.
Sabemos que as histórias não descrevem uma parada do sol (e da lua), e sim uma perturbação da rotação terrestre em seu eixo.
Uma causa possível seria a passagem de um cometa muito próximo à Terra, desintegrando-se no processo.
Desde que a órbita de alguns cometas ocorra no sentido horário em relação ao sol, fica em sentido oposto ao da Terra e dos demais planetas.
Tal força cinética poderia ter agido por algum tempo na rotação terrestre, diminuindo-a.

Qualquer que tenha sido a causa de tal fenômeno, o que nos interessa aqui é o tempo. A data geralmente aceita para o Êxodo foi o século XIII a.C. (cerca de 1230 a.C.).
Os estudiosos que tentaram recuá-la em cerca de dois séculos são minoria.
Ainda assim, concluímos em outros livros de nossa autoria (veja As Guerras de Deuses e Homens) que uma data de 1433 a.C. se encaixaria no acontecimento, como as narrativas dos patriarcas
bíblicos, bem conhecidas, e nas cronologias da Mesopotâmia e do Egito.
Após a publicação de nossas conclusões (em 1985), dois eminentes pesquisadores e arqueólogos bíblicos, John J, Bimson e David Livingston, chegaram à conclusão depois de um estudo exaustivo (Biblical Archaeology Revieiv, setembro /outubro de 1987), que o Êxodo aconteceu ao redor de 1460 a.C.

Além dos próprios achados arqueológicos, uma análise de períodos da Idade do Bronze no longínquo Oriente Médio, dados bíblicos e processos de cálculo empregados foram os mesmos utilizados
dois anos antes. (Também explicamos naquela oportunidade por que escolhêramos reconciliar duas linhas de dados bíblicos ao datar o Êxodo em 1433 em vez de 1460 a.C.).

Desde que os israelitas começaram a vagar nos desertos do Sinai por quarenta anos, a entrada em Canaã ocorreu em 1393 a.C.; portanto, o fenômeno observado por Josué aconteceu depois disso.
Infelizmente, o estado em que os registros de Montesinos chegaram aos estudiosos modernos deixa muitas falhas concernentesa longos períodos de cada monarca.
A resposta tem de ser buscada por outro caminho. O evento, alerta Montesinos, ocorreu no terceiro ano do reinado de Titu Yupanqui Pachacuti II.
Para localizar com precisão essa data, teremos de calcular partindo dos dois lados. Sabemos que os primeiros 1000 anos desde o Ponto Zero foram completados durante o reinado do quarto monarca, em 1900 a.C,.; que o 32° monarca reinou passados 2070 anos desde o Ponto Zero, em 830 a.C..

Quando reinou o 15° monarca? Os dados disponíveis sugerem que os nove reis que separam os reinados mencionados, duraram cerca de 500 anos, colocando Titu Yupanqui Pachacuti II em cerca de 1400 a.C.

Calculando para trás e partindo do 32° rei inca (830 a.C), chegamos a 564 como o número de anos dos nove soberanos, o que coloca o reinado de Titu Yapanqui Pachacuti II em 1394 a.C.
De qualquer forma, chegamos a uma data para o fenômeno solar nos Andes que coincide com os dados bíblicos e a datação dos acontecimentos em Teotihuacan.
A conclusão chocante é clara:
O DIA EM QUE O SOL PAROU EM CANAÃ FOI A NOITE SEM AURORA NAS AMÈRICAS.
A ocorrência, assim verificada, fornece uma prova irrefutável da veracidade das lembranças andinas sobre um Antigo Império, que se iniciou quando os deuses entregaram ao homem o cetro de ouro, às margens do lago Titicaca."

Zecharia Sitchin

Os Reinos Perdidos

Moisés - Parte 3

O BEZERRO DE OURO

“No livro do Êxodo, Moisés e os israelitas estão no monte Horebe, tendo viajado desde o Egito através do Mar Vermelho.
Moisés escala a rocha para falar com El Shaddai, o Senhor da Montanha (mais tarde chamado Jeová), que ensina que, a partir de então, ele será seu Deus e que eles não mais devem usar seu ouro para fazer ídolos e imagens deiformes.
Nesse meio tempo, no sopé da montanha, os israelitas ficavam impacientes e, acreditando que Moisés tinha se perdido — pois saíra havia muito — eles (aparentemente, milhares deles) removeram seus brincos de ouro e os deram a Aarão, o irmão de Moisés.
Sem alvoroço, ele derreteu os anéis e fabricou um bezerro de ouro para ser seu ídolo de veneração na viagem, dali em diante.
Logo depois, Moisés desceu da montanha e, enraivecido ante a dança em torno do ídolo, realizou uma transformação das mais extraordinárias.
Segundo Êxodo 32:20: "e pegando no bezerro que tinham feito, queimou-o no fogo e o reduziu a pó, que espalhou sobre a água e deu de beber aos filhos de Israel".
Na prática, parece mais um ritual que uma punição, mesmo que tenha sido difundida como a história de um castigo.
Aarão derretera previamente o ouro no fogo para moldar a imagem, mas o que Moisés fez foi claramente diferente, porque a combustão do ouro produz ouro derretido, não pó.
A Septuaginta é ainda mais explícita ao afirmar que Moisés "consumiu o ouro com fogo", implicando um processo mais fragmentário que esquentar e derreter. "

O Oxford English Dictionary define "consumir" como "reduzir a nada ou a pequenas partículas".
Mas que processo é esse que, pelo uso do fogo, pode reduzir ouro a um pó?
E por que Moisés "o espalhou sobre a água" e a deu para que seus seguidores bebessem?
Aqui, novamente, a Septuaginta difere levemente, mas talvez de forma significativa, ao dizer que Moisés "semeou" o pó na Água”.

ALQUIMIA

“Paralelamente, considerava-se Moisés como guardião primário (um ARGUS)da sabedoria hermética, que viera do Egito.
Registra-se que ele era um estudioso de Hermes na Turba Philosophorum (Assembleia dos Filósofos), um trabalho latino do século XII traduzido a partir de fontes e árabes primitivas.
A transmutação do ouro chegava a ser de Arte Hermética Mosaica.
Tais referências remontam a um tratado do século XIII intitulado The Domestic Chemistry ofMoses, progredindo ao famoso Kitãb al-fihrist (Livro do índice) árabe do século X, de Ibn al-Nadim.
Tempos depois, seguiram-se os comentários acerca da Bíblia Mirqraot G 'dolot do século XII, do judeu espanhol Abraão ibn Esram, e o Alchymica, do filósofo alemão do século XVII, Johann Kunckel, da Académie Royale.
Seja de fontes judaicas, muçulmanas, cristãs ou outras, Moisés era reverenciado por todos como um expoente fundamental da filosofia hermética. "

"Com relação à ignição do bezerro de ouro para transformá-lo em pó, a mesma observação é consistentemente feita em textos antigos (ver "O Objetivo Principal", p. 23) — de que o aquecimento do ouro produz ouro derretido e a queima continuada simplesmente o deixa negro e imprestável.
A interpretação comum do Êxodo 32:20 é, portanto, enganadora até que a pessoa entenda a física do pó de ouro monoatômico (átomo simples), obtido pelo fogo de arco voltaico do electrikus (eletricidade).
De acordo com a doutrina cabalística, todo o mistério dos querubins repousa sobre uma compreensão dos princípios alquímicos como descritos no texto hermético de Jó 28:5-6.
Isso junta tudo o que já discutimos (fogo, pão, pedra, safira e ouro) em uma equação:
"Da terra procede o pão, mas embaixo é revolvida como por fogo.
Nas suas pedras se encontra safira e há pó que contém ouro". “
Laurence Gardner
Os Segredos Perdidos da Arca Sagrada

OS HICSOS

Os Faraós Pastores Hicsos do Baixo Egito.
“A ideia central básica dos dois livros, Jesus e Tempest, é que o povo ISRAELITA não era simples escravo no Egito;
era, pelo contrário, a nação dos hicsos.
O povo de Hicsos era uma parte completamente integrada da população do Egito que habitava a área do Delta do Baixo Egito e fundou cidades importantes em Avaris e Mênfís.
Esse povo não era só influente e poderoso, tendo um exército substancial, mas também mantinha uma monarquia paralela à de Tebas no Alto Egito.
Esses líderes dos hicsos eram nada menos que os faraós do Egito, poderosos o suficiente para desafiar a regra dos monarcas de Tebas.
Apesar de seu poder, porém, os hicsos foram finalmente empurrados para fora do Egito pelo faraó de Tebas Ahmose I e, de acordo com o historiador Manetho, do século III a.C., eles então seguiram seu caminho em um grande êxodo para Jerusalém. “
Ralfh Ellis
As Chaves de Salomão
Cap I
A Monarquia Unificada

O CAJADO MÁGICO

Como vimos, à Moisés foram atribuídas algumas tarefas...e para opera-las tinha um Instrumento de Poder.
ZS escreve sobre isso.
“Essa trama de paralelos torna-se mais densa à medida que vamos tomando consciência da existência de outras lendas, como o antigo conto judaico que afirmava que o cajado, com o qual Moisés realizou muitos milagres, inclusive a separação das águas do lago de Juncos, foi trazido por Adão do Jardim do Éden.
Adão deu-o a Henoc que por sua vez passou-o para seu bisneto Noé, o herói do dilúvio.
Em seguida ele foi repassando-o pela linha de Sem, de geração em geração, até chegar a Abraão (o primeiro patriarca hebreu pós-diluviano).
O bisneto de Abraão, José, levou o cajado consigo quando foi ao Egito, onde alcançou a mais alta posição na corte do faraó.
Lá o cajado permaneceu entre os tesouros do reino e foi as¬sim que chegou às mãos de Moisés, pois este foi criado na corte e vivia como um príncipe egípcio antes de fugir para a península do Sinai.
Numa versão dessa lenda, o cajado era feito de uma única pedra;
em outra, de um galho da Arvore da Vida que crescia no Jardim do Éden.”

HENOC E MOISÉS

“Nesses relacionamentos entrelaçados,voltando aos mais primevos dos tempos, também existiam lendas ligando Moisés a Henoc.
Um conto judaico, chamado "A Ascensão de Moisés", fala que quando o Senhor chamou Moisés no monte Sinai e encarregou-o de levar os israelitas para fora do Egito, este resistiu à missão por vários motivos, entre eles sua fala vagarosa e pouco eloquente.
Determinado a acabar com essa humildade, o Senhor decidiu mostrar a Moisés "os anjos", os mistérios do céu e o lugar onde ficava seu trono.
Então "Deus ordenou a Metatron, o Anjo da Fisionomia, para conduzir Moisés até as regiões celestiais".
Apavorado, Moisés perguntou a Metatron:
"Quem és tu?"
E o anjo (literalmente: "emissário") respondeu:
"Sou Henoc, filho de Jared, seu ancestral".
Acompanhado pelo angélico Henoc., Moisés viajou pelos sete céus, viu o inferno e o paraíso e em seguida foi devolvido ao monte Sinai, onde aceitou sua missão.”
A Escada para o Céu
Cap. VI
Nos Dias Antes do Dilúvio

Serpentes, Encantamentos e Querubins

Em alguns pontos parece se contradizer “O Senhor” Yaweh em suas incumbências ao Moisés.
Laurence Gardner dá o seguinte enfoque à respeito:
“Mesmo na história do Sinai, o emblema relaciona-se diretamente à cura dos israelitas, quando o Senhor disse a Moisés:
"Faze uma serpente e põe-na em um bastão".
(As descrições "serpente de bronze" e "coluna" são em geral utilizadas nas Bíblias de língua inglesa, mas não era assim na Septuaginta grega original, que descrevia apenas uma "serpente" e um "bastão".)
A anomalia intrigante aqui é a mesma irregularidade que existe com relação aos querubins dourados da Arca da Aliança.
As instruções para fazer tanto a serpente quanto o querubim supostamente vieram de Deus;
porém, Ele também teria comandado o seguinte:
"Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra" (Êxodo 20:4).
Em um momento, temos Moisés admoestando Aarão e os israelitas por fazer um bezerro de ouro e, no seguinte, ele se ocupa em fazer uma serpente e querubins!
Sob tal inviolável prescrição, não parece plausível que Moisés tenha tido requisição divina para manufaturar formas de vida figurativas.
Por conseguinte, é provável que a serpente não fosse uma cobra como as outras e que os querubins não fossem anjos.”
“A maior dificuldade ao se pensar na Arca é a natureza dos querubins, o Senhor anteriormente dera a seguinte ordem:
"Não farás para ti em de escultura, nem semelhança alguma do que há acima nos céus,
nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra"(Êxodo 20:4).
Se os querubins fossem representações angélicas, como popularmente se retrata, a regra divina teria sido quebrada desde seu nascimento.
Não muito antes desse projeto de manufatura, Moisés, sustentando o que lhe fora ditado, admoestara Aarão por fazer um bezerro de ouro (Êxodo 32:20-21).
Portanto, é inconcebível que ele houvesse pedido a Bezalelque que fizesse um par de anjos de ouro."

“Com relação a isso, não devemos ser automaticamente levados a crer que os querubins eram representações de formas de vida apenas porque tinham asas.
Aviões têm asas, xícaras têm asas, cântaros têm asas.
"Asa" é simplesmente uma projeção lateral que se estende a partir do corpo principal de um objeto.
Não devemos também ser desviados pelas criaturas aladas encontradas no artesanato egípcio e mesopotâmico.
Isso não quer dizer que os compiladores do Êxodo no século VI a. C. não tenham sido influenciados por tais imagens ao descrever a Arca, que aparentemente estava perdida para eles naquela época (cerca de quatrocentos anos depois de ela ter sido instalada no Templo de Salomão).
Se ela estivesse no Templo imediatamente antes da invasão de Nabucodonosor e nos setenta anos do cativeiro da Babilónia, em 586 a.C, o último sacerdote israelita a ter visto a Arca provavelmente devia ter morrido nesse ínterim, deixando os querubins abertos a interpretação.
Mesmo excetuando-se essa possibilidade, o fato é que (em qualquer estágio de sua residência no Templo) apenas o sumo sacerdote via a Arca.
Os escribas do Êxodo não teriam uma experiência pessoal e podiam apenas basear sua descrição na tradição e no diz-que-diz.”
Os Segredos Perdidos da Arca Sagrada
Cap. V
A Arca da Aliança